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TEREZA CRUVINEL AVISA BOLSONARO: A MOLEZA VAI ACABAR



Do 247, 26 de Dezembro, 2018


A jornalista Tereza Cruvinel alerta o presidente eleito Jair Bolsonaro que a "moleza" vai acabar; o início de um governo federal jamais é tranquilo e exige imensa disposição e capacidade de enfrentamento, deixa entender a jornalista; para ela "Jair Bolsonaro deve mesmo aproveitar estes últimos dias de descanso e lazer no refúgio militar da Marambaia. Daqui a sete dias vai terminar, para ele, o tempo da campanha prolongada, das exibições demagógicas de simplicidade, vestindo bermudas e esfregando a barriga no tanque de lavar roupa"

247 - A jornalista Tereza Cruvinel alerta o presidente eleito Jair Bolsonaro que a "moleza" vai acabar. O início de um governo federal jamais é tranquilo e exige imensa disposição e capacidade de enfrentamento, deixa entender a jornalista. Para ela "Jair Bolsonaro deve mesmo aproveitar estes últimos dias de descanso e lazer no refúgio militar da Marambaia. Daqui a sete dias vai terminar, para ele, o tempo da campanha prolongada, das exibições demagógicas de simplicidade, vestindo bermudas e esfregando a barriga no tanque de lavar roupa."

Cruvinel, em seu artigo no jornal do Brasil, destaca: "ainda que deteste a imprensa, não poderá governar pelas redes sociais."

E avança, com estilo: "nem se escorar no trololó ideológico e comportamental, pois começará o tempo efetivo das cobranças por resultados. E eles vão depender, essencialmente, do que Paulo Guedes fizer na gestão da economia. Guedes lembra preocupantemente a ministra da Economia de Collor, Zélia Cardoso de Mello. Como ela, ele também subverteu fortemente o desenho da Esplanada, com fusões e extinções de ministérios e órgãos públicos. Com Zélia, isso resultou em grave paralisia decisória."

A jornalista ainda crava: "o futuro superministério de Guedes será um mastodonte que cuidará da macroeconomia e da execução orçamentária, antes a cargo do Planejamento, e de uma constelação de assuntos absorvidos pela pasta, entre eles os previdenciários e uma parte dos que eram geridos pelo Ministério do Trabalho, como a gestão do FGTS e do FAT, os grandes fundos do setor."

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