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FLÁVIO DINO DESMONTA ‘PRÍNCIPE’ E MOSTRA O QUE É SER NOBRE



Do 247, 26 de Dezembro, 2018

O governador reeleito do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) não precisou nem dos 280 caracteres disponíveis para cada postagem do Twitter para desmontar os argumentos do deputado federal eleito e príncipe da Família Imperial, Luiz Phillipe de Orleans e Bragança; na rede social, o eleito para a Câmara pelo PSL de São Paulo criticou os "progressistas" por serem contra a meritocracia, quando tomou a rebatida do comunista; "Considero que meritocracia em um país tão desigual não existe. E veja que, aos 25 anos, passei em 1º lugar no concurso de juiz federal. Nem por isso me acho 'nobre' ou melhor do que os outros", disse Dino

247 - O governador reeleito do Maranhão, Fávio Dino (PCdoB) desmontou o deputado federal eleito Luiz Philipe de Orleans e Bragança (PSL). Em resposta a uma postagem do príncipe de Orlans e Bragança, onde este criticava os "progressistas" por serem contra a meritocracia, Dino disse que ele, mesmo tendo passado em um concurso pra juiz, não acredita que exista meritocracia em um país desigual como o Brasil.

"Quem teme mimimi de progressista não leu Darwin. Progressista não está adaptado para suportar responsabilidade individual, competição, mérito, resiliência e conquista. Progressista é quem deve ter medo pois basta esses valores ressurgirem que a natureza faz o resto", disse o membro da família imperial brasileira,

"Sou progressista. Considero que meritocracia em um país tão desigual não existe. E veja que, aos 25 anos, passei em 1º lugar no concurso de juiz federal. Nem por isso me acho 'nobre' ou melhor do que os outros", rebateu Dino.




Luiz P. O. Bragança@lpbragancabr
· 14h



Quem teme mimimi de progressista não leu Darwin. Progressista não está adaptado para suportar responsabilidade individual, competição, mérito, resiliência e conquista. Progressista é quem deve ter medo pois basta esses valores ressurgirem que a natureza faz o resto.


Flávio Dino
✔@FlavioDino



Sou progressista. Considero que meritocracia em um país tão desigual não existe. E veja que, aos 25 anos, passei em 1º lugar no concurso de juiz federal. Nem por isso me acho “nobre” ou melhor do que os outros.
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