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Para "sufocar defesa" de Lula, Justiça agora bloqueia bens de Instituto e empresa de palestras


Foto: Instituto Lula
Do GGN, 11 de Abril, 2018

Jornal GGN - O Instituto Lula firmou, em nota ao jornal Estadão, que o ex-presidente Lula está sendo alvo de mais um "ataque de lawfare, a guerra jurídica com fins políticos", por causa da notícia de que a 1ª Vara de Execuções Fiscais de São Paulo decretou o bloqueio de bens do petista, do Instituto, da empresa de palestras L.I.L.S e de Paulo Okamotto, num processo que envolve dívida fiscal junto à União A ordem de bloqueio visa atingir R$ 30 milhões, mas as defesas afirmam que eles não dispõem desses recursos.

“A medida é mais um ataque de lawfare, a guerra jurídica contra Lula com fins políticos, para sufocar as atividades do Instituto Lula e dificultar o direito do ex-presidente Lula de se defender. Estamos recorrendo tanto do mérito, porque os impostos foram pagos, quando do bloqueio de bens", informou o IL.

Já a defesa de Lula disse que "a Lava Jato quer retirar do ex-Presidente qualquer possibilidade de defesa ao privá-lo de seus bens e recursos para garantir um débito tributário que ainda está sendo discutido na esfera administrativa e que não tem qualquer relação com os valores reais doados ao Instituto Lula."

"O ex-presidente não tem os valores indicados no documento e a decisão de bloqueio foi impugnada por recurso, que aguarda julgamento no Tribunal Regional Federal da 3a. Região”, acrescentou.

Segundo o Estadão, Lula, o IL e a L.I.L.S. teriam dívidas que somam 15 milhões. Já Okamotto, que é presidente do Instituto Lula, teria débito de R$ 14 milhões.

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